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Na corrida pelo Miss Universo, Miss Brasil vai manter cabelos curtos: ‘Empoderada e livre’

08 abr 2019 às 22:35

Muito se fala que um cabelão faz uma mulher se sentir poderosa. Não para a Miss Brasil Júlia Horta. Ela até teve fios compridos, mas avisa que vai manter o comprimento long bob para o Miss Universo. “Eu amo meu cabelo, ele faz parte da minha personalidade. Me sinto muito mais bonita desde que cortei e fez parte também de um momento da minha vida em que eu estava num processo de autoconhecimento e que realmente foi decisivo: virei uma mulher muito mais empoderada e livre”, justifica a mineira, de 25 anos.

Júlia não pretende fazer mudanças radicais para chegar ao topo no concurso mundial. E garante não será convencida a colocar um megahair. “Acho que nunca ninguém vai tentar me convencer, porque as pessoas sabem o quanto eu me sinto bem com ele. Isso com relação às pessoas da organização, é lógico que os fãs, cada um tem suas opiniões: tem gente que ama o meu cabelo curto, acha inclusive que é um diferencial, mas tem gente que prefere grande. Confesso que eu sou fã do curtinho”, avisa.

A data do Miss Universo ainda não foi marcada. No ano passado aconteceu em dezembro. E com isso Jália ganhou um grande prazo para se preparar. “Na minha opinião, é uma preparação de vida também, porque muitas coisas que eu faço para o concurso, é porque gosto. Exercício físico, comer bem, aula de inglês, tudo isso eu faço porque gosto. Acho que o mais desafiador para mim é que agora moro em São Paulo e morei, minha vida inteira, em Juiz de Fora com a minha família, então talvez essa saudade seja um desafio”, avalia.

Jornalista de formação e com larga experiência em concursos de beleza, Júlia diz que nunca olhou as competições com preconceito. “Pelo contrário! Desde pequena, sempre gostei muito de assistir. Hoje temos na TV jornalistas incríveis que já foram misses, então sempre enxerguei essa conexão de que, sim, os concursos de miss poderiam ser inclusive uma porta de entrada para o jornalismo também. Então nunca tive preconceito, não”, garante.

A tal da experiência nas passarelas levou a atual Miss Brasil aprender, inclusive, a meditar: “Quando você comete um erro, tem a oportunidade de aprender e evoluir. Senti muito isso, por exemplo, no primeiro concurso que participei, em que minha ansiedade me atrapalhou muito . Detectei que isso era um ponto de melhora e comecei a trabalhar a questão do autoconhecimento, comecei a meditar. Depois, em outro, assistindo a final, vi que minha passarela não estava tão boa, percebi que precisava melhorar. Então acredito que a questão é você se autoavaliar para se tornar melhor, para crescer”.

Fonte: Extra